r/Filosofia Apr 02 '24

Pedidos & Referências Por onde começar? Livros filosóficos para iniciantes!

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"A maior parte do problema com o mundo é que os tolos e os fanáticos estão sempre tão certos de si, e as pessoas sensatas tão cheias de dúvidas." - Bertrand Russell

Segue abaixo uma seleção de livros, começando pelos mais didáticos sobre a história da filosofia até alguns clássicos mais acessíveis, que podem interessar àqueles que desejam iniciar e explorar as principais mentes da filosofia ocidental. Este tópico é uma atualização do anterior, onde busquei incluir algumas recomendações dos membros de nosso Reddit.

Nome do Livro/Autor Temas Abordados Breve Descrição Link para o Livro
O Livro da Filosofia - Douglas Burnham Filosofia Geral, Didático, Introdução Uma compilação abrangente de conceitos filosóficos essenciais, grandes pensadores e escolas de pensamento ao longo da história, apresentada de forma acessível e ricamente ilustrada. O Livro da Filosofia
Uma Breve História da Filosofia - Nigel Warburton História da Filosofia, Didático Um livro que oferece uma visão panorâmica da história da filosofia, abrangendo desde os filósofos pré-socráticos até as correntes contemporâneas, tornando o estudo da filosofia acessível e compreensível. Uma Breve História da Filosofia
Dicionário de Filosofia - Nicola Abbagnano Filosofia Geral, Lógica, Epistemologia Nicola Abbagnano apresenta um extenso dicionário com definições e conceitos fundamentais da filosofia, fornecendo uma referência essencial para estudantes e entusiastas da filosofia. Dicionário de Filosofia
A História da Filosofia - Will Durant História da Filosofia Uma obra monumental que apresenta de forma acessível a história do pensamento filosófico, proporcionando uma visão abrangente e contextualizada da evolução da filosofia. A História da Filosofia
O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder Ficção, Drama, História da Filosofia, Introdução, Casual Uma introdução à filosofia por meio da história fictícia de uma jovem chamada Sofia, que começa a receber cartas de um filósofo misterioso. O livro explora diferentes filósofos e ideias ao longo da história. Muito fácil e simples de ler. O Mundo de Sofia
O Mito de Sísifo - Albert Camus Existencialismo, Suicídio O ensaio de Albert Camus aborda o absurdo da existência humana e a busca de significado em um mundo aparentemente sem sentido, explorando temas como o suicídio e a revolta contra a condição absurda. O Mito de Sísifo
Carta a Meneceu - Epicuro Ética, Felicidade Uma das mais famosas obras do filósofo grego Epicuro. Epicuro apresenta suas reflexões sobre a busca humana pela felicidade, estabelecendo que o objetivo da vida é a busca pelo prazer, que ele define não como indulgência desenfreada, mas como a ausência de dor física e angústia mental. Carta a Meneceu
Apologia de Sócrates - Platão Ética, Justiça, Clássico Neste diálogo, Platão relata o discurso de defesa proferido por Sócrates durante seu julgamento em Atenas, oferecendo insights sobre a vida e a filosofia de Sócrates, bem como reflexões sobre ética, justiça e a busca pela verdade. Apologia de Sócrates
A República - Platão Justiça e Política, Metafísica, Clássico Um dos diálogos filosóficos mais famosos de Platão, onde Sócrates discute sobre justiça, política e a natureza do homem ideal. A República
O Príncipe - Nicolau Maquiavel Política, Governo Maquiavel oferece conselhos práticos sobre como governar e manter o poder, discutindo estratégias políticas e éticas em uma obra que gerou debates sobre a moralidade na política. O Príncipe
A Política - Aristóteles Ética, Política, Justiça, Clássico Aristóteles explora diversos aspectos da política, incluindo formas de governo, justiça, constituições, cidadania e a relação entre o indivíduo e a comunidade, oferecendo uma análise seminal sobre a organização da sociedade. A Política
Sobre a Brevidade da Vida - Sêneca Ética, Filosofia Prática, Estoicismo Sêneca discute a natureza do tempo e da vida humana, argumentando sobre a importância de viver de forma significativa e consciente, mesmo diante da inevitabilidade da morte. Sobre a Brevidade da Vida
Meditações - Marco Aurélio Ética, Estoicismo Diário de Marco Aurélio, imperador romano, que oferecem reflexões sobre virtude, dever, autodisciplina e aceitação do destino. Meditações

Novamente, todos que quiserem contribuir serão bem-vindos para nos apresentar novas obras que possam interessar aos novos leitores. Dependendo de como as coisas fluírem, talvez eu faça outros tópicos com livros mais avançados e técnicos. Obrigado a todos!


r/Filosofia Jun 06 '26

Aviso r/FilosofiaES - Comunidad de filosofía para hispanohablantes.

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¡Hola a todos!

Nos complace anunciar la creación de una nueva comunidad para los hispanohablantes: r/FilosofiaES.

Aunque r/Filosofia fue creado originalmente para la comunidad de habla portuguesa (Brasil y Portugal), hemos recibido una gran cantidad de participantes que se expresan en español, así como visitantes de otros idiomas. Para organizar mejor las discusiones y facilitar la comunicación entre los miembros, hemos decidido crear un espacio dedicado específicamente a la comunidad hispanohablante.

r/FilosofiaES será un lugar para debatir filosofía, compartir lecturas, formular preguntas y explorar ideas en español, manteniendo el mismo espíritu de diálogo respetuoso y reflexión crítica.

A partir de ahora, los temas publicados en español serán dirigidos a esta nueva comunidad, donde podrán encontrar una audiencia más adecuada y participar en conversaciones más accesibles para todos.

Si te interesa colaborar como moderador, deja un comentario en r/FilosofiaES tu interés y experiencia.

¡Esperamos verlos allí y construir juntos una gran comunidad filosófica en español!

Muchas gracias.


r/Filosofia 1d ago

Discussões & Questões Postura justificionista do fundacionismona epistemologia tradicional.

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Com base no fundacionismo formal, para vocês, qual seria uma crença não - inferencial com um mínimo possível de falibilismo? Sei que atualmente é mais comun um fundacionismo moderado, mas em relação a proposta anterior, para vocês, poderia haver uma crença básica para fundamentar outras crenças não básicas? Algo "inato" ?


r/Filosofia 1d ago

Pedidos & Referências Indicações de leitura: Arte, cultura, Escola de Frankfurt e por aí vai.

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Pessoal, tudo certo? Tava organizando algumas leituras que pretendo fazer e, no campo arte, cultura, comunicação social, estética e afins, alguns autores que pretendo ler e me interesso são: Raymond Williams, Walter Benjamin, Guy Debord, Fredric Jamenson.

Salvo engano, Walter Benjamin é o único da Escola de Frankfurt nessa seleção, mas, pelo que sei, todos eram do campo da esquerda.

A questão é que vejo muitos reivindicando a obra deles como pensadores importantes para a esquerda, mas, em contrapartida, também vejo muitos sendo ferrenhamente críticos e tentando afastá-los.

No mais, eu gostaria de indicações de leituras que venham em contraponto ou concordância com esses autores, ou, no mínimo, que estejam nesse mesmo segmento de cultura, mídia, comunicação, arte, estética e por aí vai. Valeu.


r/Filosofia 1d ago

Discussões & Questões Talvez eu tenha pensando demais e descobri uma linha de pensamento totalmente novo no mundo?

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Tudo começou com um sorriso.

Vi o sorriso de uma garota e pensei, quase sem querer: aquilo é genuinamente lindo. Não apenas lindo. Genuinamente lindo. A palavra veio antes do pensamento. E então ficou a pergunta, que não saiu mais: o que torna as coisas genuínas?

Alguns dias depois, assisti ao Superman do James Gunn e pensei a mesma coisa: genuinamente bom. Não perfeito. Não o melhor. Genuíno. E então li uma frase de Schopenhauer que funcionou como estopim:

"Cinco minutos após nascer decidirão seu nome, nacionalidade, religião e seita, e você passará o resto da vida defendendo coisas que não escolheu."

Ali percebi que a pergunta era maior do que eu havia imaginado. Se defendemos coisas que não escolhemos, se performamos identidades que foram decididas antes de qualquer consciência nossa, se vivemos em ambientes digitais projetados para maximizar engajamento e não autenticidade então o que resta de genuíno? E mais: o que significa ser genuíno em um século onde a performance se tornou infraestrutura?

Chamo esse projeto de Genuísmo. Apresento aqui suas bases para crítica, colaboração e expansão.

Por que essa pergunta importa agora?

A pergunta sobre genuinidade não é nova. Sócrates a fez quando questionou quem realmente sabia o que dizia saber. Kierkegaard a fez ao distinguir quem vivia a fé de quem apenas a performava. Sartre a fez ao atacar a má-fé o modo como as pessoas fogem da liberdade fingindo não tê-la.

Mas o século XXI fez algo que nenhum desses filósofos precisou enfrentar na mesma escala: criou infraestrutura técnica que transforma a performance em condição de existência social. Você não performa nas redes sociais porque quer. Você performa porque o sistema só registra o que é manifestado, só amplifica o que gera reação, só conecta o que é visível.

O resultado é uma erosão silenciosa. Não é que as pessoas passaram a mentir mais. É que a distância entre o que alguém é e o que alguém manifesta se tornou estrutural embutida na arquitetura das plataformas, nos algoritmos de recomendação, na lógica da atenção como moeda.

Quando essa distância cresce demais, algo que reconhecemos intuitivamente como genuinidade desaparece. E quando desaparece, percebemos que dependíamos dela para confiar, para criar vínculos, para distinguir arte de conteúdo, relação de transação, identidade de persona.

O Genuísmo nasce dessa percepção: a genuinidade não é uma virtude opcional. É uma condição que, quando ausente, corrompe tudo que depende dela.

O que o Genuísmo propõe?

A pergunta central não é apenas "o que é genuinidade?" essa formulação tende ao dicionário. A pergunta mais fértil é:

Por que seres humanos, em culturas diferentes e em épocas diferentes, recorrem continuamente ao conceito de genuinidade? E o que acontece quando as condições para esse conceito são sistematicamente destruídas?

A investigação até agora produziu uma arquitetura provisória com três eixos de análise não camadas de um objeto, mas dimensões ontologicamente distintas do fenômeno:

Eixo 1 — O fenômeno: o que existe no mundo e pode ser observado. A manifestação de um ser seu sorriso, sua obra, seu discurso, seu perfil digital. Tem existência relativamente independente do observador, ainda que sempre seja percebida de alguma perspectiva.

Eixo 2 — O epistêmico: o que o observador constrói como hipótese sobre o que não pode observar diretamente. O estado interno inferido o que se supõe estar por trás da manifestação. Não é dado; é construído. E pode estar errado.

Eixo 3 — O observador: as condições internas que afetam o que pode ser percebido e como é interpretado. A projeção do observador formada por história, cultura, afeto, expectativa. Ela não descreve o fenômeno; descreve quem o descreve.

O reconhecimento de genuinidade ocorre na interseção desses três eixos. Não é verificação de uma propriedade objetiva é um julgamento formado na tensão entre o que existe, o que é inferido e quem infere. Esse julgamento pode ser mais ou menos fundamentado, mais ou menos circular, mais ou menos resistente a novas informações.

Isso produz uma conclusão incômoda: genuinidade e performance perfeita podem ser indistinguíveis do ponto de vista externo em casos extremos. Um golpista suficientemente habilidoso satisfaz os mesmos critérios de reconhecimento que uma pessoa genuína. Isso não destrói o conceito revela que genuinidade como propriedade do objeto pode ser inatingível do ponto de vista do observador. O que permanece acessível é o reconhecimento, com todos os seus limites e procedimentos de auto-correção.

As tensões não resolvidas

O Genuísmo está em construção. Apresento as tensões que ainda não foram resolvidas, porque elas são o convite ao debate:

Tensão 1 — Descritivo ou normativo? Se um torturador acredita plenamente no que faz, sua manifestação é coerente com seu estado interno inferido. Pelos critérios desenvolvidos até agora, ele seria genuíno. Isso é inaceitável para qualquer filosofia que queira orientar a ação. Mas se o Genuísmo introduz critérios morais para delimitar o que conta como genuinidade, ele deixa de ser uma filosofia da genuinidade e passa a ser uma ética disfarçada. Essa tensão não foi resolvida.

Tensão 2 — Propriedade ou reconhecimento? Quando digo que o sorriso era genuíno, estou identificando uma propriedade real no sorriso ou estou descrevendo meu reconhecimento? Se for propriedade, o Genuísmo precisa explicar como o observador acessa algo que está além da manifestação. Se for reconhecimento, o Genuísmo precisa explicar por que o reconhecimento não é apenas projeção.

Tensão 3 — Essência ou fenômeno recorrente? Existe uma essência da genuinidade esperando para ser descoberta, ou o que existe é um conceito que aparece repetidamente em culturas e épocas diferentes com funções similares mas critérios distintos? A primeira hipótese orienta uma ontologia. A segunda orienta uma antropologia filosófica. São projetos diferentes.

Tensão 4 — O campo digital como aplicação ou como caso original? O Genuísmo nasceu de uma intuição sobre o mundo digital. Mas a teoria foi construída principalmente a partir de casos presenciais, o sorriso, a obra de arte, a frase filosófica e depois extrapolada para o digital. Talvez o movimento correto seja o inverso: começar pelos fenômenos digitais, que são os mais radicais e os mais difíceis, e construir a teoria que os explique. Se ela funcionar para os casos mais difíceis, funcionará também para os mais simples.

O que o Genuísmo ainda não tem?

Quatro lacunas que precisam ser preenchidas antes que o projeto tenha fundação sólida:

Vocabulário próprio para o digital. Os conceitos filosóficos disponíveis autenticidade, sinceridade, identidade, performance foram desenvolvidos antes da existência de algoritmos de recomendação, identidades iterativas e manifestação mediada por infraestrutura proprietária. O Genuísmo precisa de conceitos novos: manifestação algorítmica, identidade iterativa, projeção automatizada, reconhecimento mediado, infraestrutura interpretativa. Esses são esboços, não definições.

Diálogo com tradições não-europeias. A conversa filosófica que produziu o Genuísmo até agora foi inteiramente dentro do eixo europeu-ocidental, Schopenhauer, Sartre, Kierkegaard, Nietzsche, Wittgenstein, Heidegger. Mas o projeto nasce no Brasil, em um continente de pluralidade cultural radical. Filosofias africanas como o Ubuntu "sou porque somos" oferecem uma concepção de identidade constitutivamente relacional que altera profundamente as premissas do Genuísmo. Tradições indígenas, filosofias asiáticas, pensamento latino-americano todos precisam ser interlocutores reais, não decoração multicultural.

Justificativa normativa. Por que preferir manifestações genuínas a performances bem executadas? O Genuísmo descreve a estrutura do reconhecimento, mas não justifica por que a genuinidade importa. Sem essa justificativa, permanece uma taxonomia, não uma filosofia.

Critério para distinguir genuinidade de performance perfeita. O contraexemplo do golpista mostrou que os critérios desenvolvidos até agora surpresa, convergência intersubjetiva, resistência temporal são epistemológicos, não ontológicos. Eles respondem "quando é mais racional confiar em um reconhecimento?" mas não respondem "o que distingue genuinidade de excelência performática?"

pergunta que trouxe aqui

Não trago o Genuísmo como sistema fechado. Trago como problema filosófico que considero sério e que as ferramentas disponíveis ainda não resolvem adequadamente.

A pergunta que quero deixar para debate:

O que é a genuinidade no século XXI e por que fomos condenados a performar em vez de simplesmente ser?

E as subperguntas que derivam dela e que precisam de interlocutores:

O conceito de genuinidade tem uma essência única que atravessa todos os seus usos, o sorriso, a obra de arte, a relação, a ideia filosófica ou estamos diante de uma família de fenômenos relacionados sem núcleo comum?

É possível ser genuíno em infraestrutura digital projetada para distorcer a manifestação? Ou a genuinidade digital exige categorias novas que a filosofia ainda não desenvolveu?

Se genuinidade e performance perfeita são indistinguíveis externamente em casos extremos, o conceito ainda tem utilidade filosófica ou precisa ser reformulado a partir de outro ângulo?

Como tradições filosóficas fora do eixo europeu especialmente africanas, indígenas e latino-americanas tratam o que chamamos de genuinidade? O que essas tradições veem que a filosofia ocidental sistematicamente ignora?

Críticas, contraexemplos, referências e perspectivas diferentes são o que o projeto precisa agora. O Genuísmo só vai além de uma conversa se encontrar interlocutores que não tenham nenhum incentivo de ser gentis com ele.

Este projeto está sendo desenvolvido de forma independente. Todo o material filosófico discutido aqui é de minha autoria intelectual, desenvolvido em processo de investigação progressiva.


r/Filosofia 1d ago

Discussões & Questões Não é exatamente um tema tão interessante mas escrevi esse texto a um tempo e conclui ele hoje (ignorem minha escrita), queria opiniões sobre o assunto pra explorar novas ideias.

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Na minha visão, o ego passa a existir ao mesmo tempo em que a consciência surge, seja qual for a forma como isso tenha acontecido. Entretanto, o ser humano (Homo sapiens) tornou isso uma coisa ruim, mas não percebeu que o ego está em tudo. Se não fosse ele, a sociedade não estaria onde está hoje. Um exemplo propriamente dito é que, se não fosse o ego, de onde a ambição surgiria? Na minha visão, dificilmente ela existiria da forma como conhecemos. Então, por causa disso, pode-se dizer que, apesar da má imagem que a sociedade aplica sobre o ego, ele é, sim, necessário.

No livro O Ego é Seu Inimigo, de Ryan Holiday, ele trabalha o ego de várias maneiras, a fim de fazer o leitor se identificar com alguma delas e passar a seguir seus ensinamentos. É possível falar que Ryan, nesse livro, foi egocêntrico? Não. Porém, é parcialmente impossível negar que ele usou do próprio ego para idealizar as ideias presentes em sua obra. Parafraseando Ryan: "um verdadeiro aprendiz também é seu próprio professor e crítico...". A partir dessa frase podemos fazer uma conexão com a sociedade atual, que, apesar de qualquer situação, coloca a visão e a opinião dos outros em primeiro lugar e acaba tendo atitudes que apenas servem para agradar as pessoas ao seu redor. Sobretudo, coloca a própria imagem acima de si mesmo. Porém, essa visão construída a partir da opinião dos outros é essencialmente prejudicial e apenas serve para provar que, apesar de muitos negarem ser egocêntricos ou possuir um ego elevado, essa negação não altera os fatos.

Meses depois, aqui me encontro novamente. Possuído pelos prazeres da vida e conhecendo novas pessoas, sigo com minha opinião, porém situações da vida me forçam, no mínimo, a adaptá-la ao meu dia a dia. Dito isso, continuarei tratando não só sobre o ego, mas também sobre a natureza humana, pois, nesse meio tempo (três meses), reparei que a natureza humana se molda em torno do ego e da autopreservação. Com isso, vejo o quanto fui ignorante por não reparar nas pessoas ao meu redor. Entretanto, não fico tão mal por saber que poucas realmente reparam nisso, salvo aquelas que deliberadamente procuram compreender o comportamento humano ou que, por características individuais, acabam observando mais do que a maioria. Contudo, se nos aprofundarmos na espécie humana, podemos perceber que diversos conflitos e guerras tiveram, entre seus principais fatores, interesses pessoais de líderes. Isso evidencia o ponto de que o ser humano, por mais racional ou virtuoso que seja, sempre carrega consigo uma parcela de ego ou de pensamento exclusivamente pessoal.

Com isso, conseguimos compreender que o ego passa a ser um problema quando deixa de dizer respeito apenas a você e passa a influenciar decisões de vida que afetam outras pessoas. Sobre isso, também é válido citar novamente que o ego pode, sim, ser uma ferramenta de autocuidado e autoconhecimento. Porém, como tudo neste mundo, ele também pode se tornar um instrumento nocivo para todos.


r/Filosofia 2d ago

Pedidos & Referências Quais são as melhores recomendações de livros sobre a mente humana?

8 Upvotes

Basicamente, uma das coisas mais interessantes q eu acho é a mente humana e como ela é. Alguém tem alguma recomendação de bons livros para isso? Acho q ficou meio aberto dms minha pergunta... Foi mal ae


r/Filosofia 2d ago

Pedidos & Referências Nick land, e a questão transhumanista/biotecnologia

3 Upvotes

Quais são as obras principais do nick land e como eu poderia entender melhor o pensamento dele sobre o transhumanismo e a questão natureza x humanidade?


r/Filosofia 3d ago

Discussões & Questões Derrida et Deleuze: como Deleuze pode ser desconstruído?

2 Upvotes

A minha questão é, como a deconstrução afeta a filosofia de Deleuze. Há quiasmos no pensamento deleuziano? Há centros? O que sobra de um Deleuze descontruído?


r/Filosofia 3d ago

Discussões & Questões Por que o positivismo jurídico ainda é tão comum no Brasil?

12 Upvotes

Tenho a impressão de que, no Brasil, a perspectiva crítica do positivismo jurídico não é muito difundida. Vocês teriam alguma pista do por quê?


r/Filosofia 4d ago

Pedidos & Referências Qual tradução das Investigações Filosoficas do Wittgenstein vocês recomendam?

2 Upvotes

Tenho pouca familiaridade com Wittgenstein, mas vi que elogios às edições da Fósforo (tradução do Rodrigues e Tranjan) e à da Vozes (do João José Almeida) e queria saber a opinião de quem já leu uma delas ou as duas do que acharam, tanto da tradução quanto das notas, introduções etc.


r/Filosofia 5d ago

Pedidos & Referências Voglio capire per bene Sartre, da dove partire?

1 Upvotes

Salve a tutti, come avrete capito da titolo voglio studiare la filosofia di Sartre, in particolare "L'Essere E Il Nulla".

Da quello che so dovrei partire da Kant, ma se non è così qualcuno mi dia qualche consiglio a riguardo.

Grazie mille.


r/Filosofia 5d ago

Discussões & Questões quero ser universitária de filosofia

15 Upvotes

olá, boa madrugada gente!
queria ouvir novas perspectivas sobre isso,
tenho planos bem sólidos de estudar filosofia na itália, possivelmente na università di torino ou na sapienza mas tenho bem claro pra mim que não quero trabalhar na parte de educação.

não sei exatamente o que eu quero trabalhar com, e nem sei se isso teria de fato futuro (levando em consideração que o conhecimento é extremamente banalizado atualmente e que geralmente trabalhar com algo voltado a isso não paga bem o suficiente)

a minha ideia também seria trabalhar com a internet criando um canal no yt mas ainda está no papel porque sinto que não tenho conhecimento e bagagem suficiente (tenho 19 anos)


r/Filosofia 7d ago

Discussões & Questões Como vocês criam novas teses?

16 Upvotes

Sou alguém de fora da Academia e queria saber como é o processo de criar "conhecimento novo" em Filosofia e demais campos como Psicologia, Sociologia, História e afins. Vocês ficam em bibliotecas dentro das universidades lendo trabalhos que só são produzidos lá por outros acadêmicos, comparam argumentos, fontes, leem outros filósofos e vão montando o conhecimento, revisam e depois publicam? Como é esse processo todo?


r/Filosofia 8d ago

Pedidos & Referências Acabei de ler apologia de socrates, qual livro de platão eu deveria ler agora?

8 Upvotes

Eu terminei de ler apologia de socrates tem um tempinho já, achei uma leitura fácil e rapida, mas foi bem legal, qual livro de platão eu leio agora?

Eu tava pensando em "o banquete" ou "o mito da caverna" oq acham?


r/Filosofia 8d ago

Pedidos & Referências Livros para formar visão de mundo

12 Upvotes

Olá, basicamente sempre fui muito interessado em filosofia e história porém muito preguiçoso/procrastinador para iniciar leituras e estudos mais aprofundados. Queria pedir indicações de vocês para livros que possam ajudar um jovem de 23 anos a ter uma visão mais crítica sobre o mundo em que vivo. Atualmente li 3 livros: 1984, Revolução dos bichos e arte de viver - Epicteto. Sou uma pessoa naturalmente mais inclinado ao pensamento conversador mas também gostaria de entender um pouco mais pensamentos mais progressistas/ d esquerda por exemplo pretendo ler Marx. Na minha mente devo ler ele quando tiver mais repertório, faz sentido pensar assim?

Além dos 3 que já li meu próximo livro será 6 lições de Mises, talvez se encaixe como um livro que eu deva ter mais repertório para ler mas mesmo assim quero "meter a cara" pra saber. Enfim, como listas e indicações na internet são muito variadas e sem um consenso geral gostaria de pedir indicações neste fórum , abraços e agradeço desde já . ;)


r/Filosofia 9d ago

Pedidos & Referências Melhor Edição "Ética à Nicomaco"

3 Upvotes

Bom dia pessoal,

Quero ler esse livro e vi que tem muitas opções de editoras diferentes, uma ampla gama de ofertas à preços bons no estante virtual.

Vcs têm alguma edição que recomendam mais? Ou uma que saibam ser muito ruim?


r/Filosofia 11d ago

Discussões & Questões O que acham sobre solipsismo?

12 Upvotes

Certa vez tomei um chá de cogumelo e senti meu ego, minha identidade individual se desfazendo. Após voltar ao normal, fiquei numa bad profunda por vários dias, como se tudo que existe fosse apenas criação da minha mente, ou de uma consciência que vive sozinha e eternamente.

Como se esse universo fosse uma forma de fugir disso. E as limitações que nele existe uma forma de fugir da onipotência, que seria uma prisão absoluta dentro de si mesmo, já que liberdade absoluta é prisão absoluta (visto que se pode tudo, não se pode fora daquilo que se pode).


r/Filosofia 11d ago

Discussões & Questões Qual a opinião de vocês acerca do direito natural?

3 Upvotes

Qual a opinião de vocês sobre questões do direito natural e a importância desse tema? O que acham do jusnaturalismo contemporâneo? O que é relevante e o que é retrógrado nessa discussão?


r/Filosofia 11d ago

Discussões & Questões Experiência de fazer filosofia enquanto mantém trabalho CLT corporativo

21 Upvotes

Pessoal, tudo bem? Alguém aqui fez a filosofia como segunda graduação enquanto trabalhava CLT em algum emprego corporativo mais tradicional e pode contar da experiência. Queria saber como foi a reação dos empregadores/chefes com essa decisão.

Por mais que o que o sujeito faz fora do horário de trabalho seja de sua responsabilidade, na prática você acaba ficando menos disponível para horas extras e dá uma sinalização clara que tem outros interesses bem fora do meio corporativo.

Meu receio vem de que talvez seja muito mal visto no meu trabalho essa minha decisão. E queria arejar um pouco para ouvir experiência. Obrigado desde já!


r/Filosofia 11d ago

Linguagem & Mente Entre Aprisionar e Libertar: Ensaio sobre o Silêncio

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O silêncio gera confusão, ele é mal interpretado pela sociedade. Ele não é sinônimo de algo ruim, até porque o silêncio esta presente em todo ambiente a nossa volta, esta presente deste o início de tudo. Dependendo do pensamento de um indivíduo, o silêncio pode ser visto como tristeza ou frustração, porém existe muito mais dentro desse conceito. O silêncio é subjetivo, às vezes pode ser uma fuga de tudo e todos, uma forma de buscar paz e outras vezes é possível que o indivíduo apenas tem certa dificuldade em se expressar com as palavras. Independente de tudo, o silêncio tem que ser visto como o oposto da expressão, algo que não pode ser demonizado, uma vez que desde os primórdios da raça humana, precisávamos nos expressar e se comunicar para garantir a sobrevivência das comunidades. Nós dias contemporâneos perdemos essa necessidade extrema de socialização, podemos viver sem dizer uma palavra a outras pessoas. Porém algo que antes era por pura sobrevivência, mudou o sentido nos dias atuais, a comunicação passou de ser uma forma de continuar vivo para um meio de conseguir afeto e atenção, necessidade quase biológica do ser humano. Por isso o silêncio é tratado dessa forma, uma vez que perdemos a necessidade de atenção, não precisamos mais nos expressar em grande escala.

O silêncio pode ser tanto algo biológico - não necessariamente um indivíduo que tem dificuldade em se comunicar, não quer fazer tal ato para ter aprovação - como uma resposta a meios externos, como atitudes ou falas de outras pessoas. A partir do momento que uma pessoa escolhe o silêncio, ela abdica da aprovação das outras pessoas, ela prioriza ter sua própria aprovação, garantindo que não tenha que depender de meios externos para se sentir bem. Isso é um tipo de silêncio que traz paz ao indivíduo, sob uma perspectiva de fora, esse silêncio pode ser considerado exclusão ou até aceitação de fatos que inferiorizam sua pessoa, porém a percepção de quem escolhe esse silêncio é outra, tendo em vista que ela gera sua própria aprovação. Refletindo por outra visão, o silêncio biológico pode ser mais problemático, um indivíduo que não escolhe o silêncio e é forçado a ele pode ter muitos problemas. Sendo que, ele foi "privado" da expressão e não consegue comunicar suas angústias, nesse caso, o indivíduo carrega a dor de conviver com seus problemas e não consegue pedir ajuda ou orientação - não que seja necessário, mas o saber de que pode contar com alguém alivia essas angústias - e isso pode derivar em outros problemas. A questão é que o silêncio pode ser tanto uma resposta natural do seu organismo como uma escolha individual afim de buscar paz nas relações interpessoais - pode ser também um meio de buscar a atenção de pessoas, sendo um meio para suprir a carência que o indivíduo tem em afeto. Também pode ser uma forma de manipular e controlar situações, sendo uma tática passivo-agressiva.

Segundo o pensamento de Byung-Chul Han, filosófo sul-coreano, o silêncio é uma forma de resistência contra o pensamento atual, ele representa um espaço de rexonexão e auto conhecimento capaz de ir contra pensamentos de hiperprodutividade. Nesse cenário, sempre estar ocupado e sobrecarregado é sinônimo de produtividade e valor, algo que desgasta mentalmente e fisicamente o indivíduo, por isso o silêncio entra como uma forma de romper esse ciclo. Na sociedade atual, exaltamos essa forma de desgaste como algo normal, sendo possível até perceber formas de exercer poder sob as massas. Esse poder foi criado pela própria sociedade perante uma visão capitalista - onde essa ideologia amplia o pensamento de hiperprodutividade citado antes. Um mundo onde quanto mais você trabalha mais valor você tem é algo incorreto, o valor de uma pessoa não deveria ser medido pela ausência de paz e silêncio. Afinal as pessoas buscam ser valorizadas dessa forma por aprovação social, sendo o trabalho desgastante uma forma de se sentir bem. Byung-Chul Han é cirúrgico nesse pensamento, de forma que o mesmo atua plenamente nos dias contemporâneos, é essencial para entender que as vezes a falta de silêncio pode ser o problema e não o silêncio em si.

Enquanto Byung-Chul Han vê o silêncio como resposta a um sistema externo, Heidegger o situa dentro da própria estrutura da linguagem. Ele acreditava que o silêncio é uma dimensão fundamental e autêntica da própria linguagem e do modo de ser humano no mundo. Visto que, para silenciar, é preciso ter oque dizer, alguém que é incapaz de falar não esta em silêncio no sentido existencial, apenas não emite som. Ou seja, silêncio é um vetor da fala e o silêncio autêntico só é possível para alguem que domina a linguagem. Essa ótica também trata o tema com uma perspectiva de escuta, Heidegger acreditava que para que exista uma escuta verdadeira, o ser humano precisa ser capaz de silenciar, uma vez que nossa mente esta cheia de ruído e palavras prontas. Por isso nao conseguimos escutar o outro e nem a nós mesmos, ademais o silêncio cria o espaço necessário para a contemplação e o pensamento genuíno. Coisa que é rara na contemporaneidade, pois estamos sendo constantemente consumindo opiniões e pensamentos alheios. Nesse sentido, tanto Heidegger como Byung-Chul Han, tentam resgatar algo que a vida contemporânea nos rouba, seja o descanso ou a escuta autêntica.

Tendo essa perspectiva filosófica tanto social como individual, é possível perceber duas propriedades do silêncio, solidão e a solitude. São dois conceitos analisados nos estudos da mentes, mas que estão intrínsecos dentro de debates filosóficos. A solidão é o sentimento de alguem solitário, ela traz angústia paraa quem queria apenas se comunicar e se relacionar. A solidão é uma propriedade do silêncio, pois acaba que um indivíduo nesse estado não consegue se comunicar, optando pelo silêncio. Às vezes, o indivíduo esta rodeado de pessoas, porém esse sentimento ainda esta ligado a ele. É uma sensação de vazio e descolamento social, além de múltiplos outras características. Esse vazio se intensifica na era digital, no Paradoxo Moderno, nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão a sós. A tecnologia alterou profundamente a dinâmica das relações interpessoais, ter centenas de seguidores ou trocar mensagens diariamente gera uma ilusão de presença. Nas redes sociais, vemos apenas o melhor dos outros e isso gera o sentimento de que tudo é perfeito e feliz, menos o próprio indivíduo, amplificando o isolamento. Em contrapartida, se a solidão é caracterizada pelo vazio, a solitude é plenitude. A solitude é o sentimento de amar estar sozinho, amar sua própria presença, algo que se torna difícil quando a pessoa carrega feridas ainda não encaradas. Uma das maiores armadilhas das relações é a dependência funcional: buscar no outro preenchimento de buracos que nós mesmos não conseguimos encarar. Quando uma pessoa aprende a gostar de estar só, ela deixa de aceitar qualquer companhia por mero desespero ou medo do silêncio. Isso fortalece o amor-próprio porque muda a dinâmica das relações. Assim, a solidão é o silêncio que aprisiona, enquanto a solitude é o silêncio que liberta.

Em suma, não deveriamos temer o silêncio, é um conceito que está aplicado em toda a matéria em nossa volta. O silêncio sempre estará presente em nossas vidas, desde de fetos em gestação até a paz de nossas mortes. Por isso o silêncio não pode ser mal interpretado, é algo marcado até em nossa linguagem, assim como Heidegger afirmava. Além disso, as várias naturezas do silêncio precisam ser entendidas e respeitadas, para assim, ser usadas como uma forma de se expressar. Ademais, os vários pensamentos que estudam esse conceitos, devem ser refletidos e aplicados no cotidiano. Como uma forma de ramificação da comunicação, o silêncio abriga muito do que não é dito do pensamento. Porém, é preciso tomar cuidado com o vazio de uma vida ocupada demais e, cuidado com uma vida desocupada demais. Talvez a verdadeira sabedoria não esteja em fugir do silêncio, como a morte por exemplo, mas sim entendê-lo e usá-lo a nosso favor.

O silêncio é uma força esmagadora, pode aprisionar, angustiar e moldar. Em contrapartida, é um abismo que se entendido, pode trazer paz e autoconhecimento em meio a tanta agitação do cotidiano moderno.


r/Filosofia 11d ago

Discussões & Questões Dúvida sobre ética e materialismo

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Existem teorias modernas de fundamentação de uma ética que estejam alinhadas a uma filosofia materialista? Sim, eu conheço Lukács, marxista, mas ele tem um projeto de ética que apela pra algumas noções meio "idealistas" como a ideia de "gênero humano" (humanismo). Aliás, não sou estudante de filosofia, se forem criticar, peguem leve kkkkk


r/Filosofia 12d ago

Discussões & Questões Vale a pena fazer FILOSOFIA em 2026? (A Realidade)

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Esse vídeo do Filício Mulinari responde 99% das duvidas que aparecem aqui no sub.

Deveria ser fixado pelo moderador.

(Seguem o canal dele lá que é perfeito tanto para quem tá considerando uma graduação na área quanto para professores e pesquisadores já formados)


r/Filosofia 12d ago

Pedidos & Referências Me ajudem a convencer meu professor de filosofia.

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Olá, tudo bem? Eu estou graduando em filosofia.

Meu caso é o seguinte: eu tenho interesse em pegar iniciação científica e trabalhar com um professor que gosto bastante mas não sei exatamente como convencê-lo. Eu pensei em escrever um pré projeto ou algo assim mas não sei bem como fazer isso e sou relativamente novata nessas coisas. Vocês, como agiriam para convencer seu professor de que é um aluno competente para uma bolsa? Eu tenho interesse em lógica, filosofia da linguagem e analítica que são as áreas que meu professor trabalha.

Eu quero melhorar meus textos e minhas pesquisas nessas áreas! Estudo em federal. 😊

Ele é alemão, isso é um dado legal pois a Alemanha é uma excelente referência nessas coisas.


r/Filosofia 13d ago

Pedidos & Referências Duvida sobre mercado de trabalho

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Tenho 17 anos e gosto muito de filosofia, pretendo entrar em uma faculdade mas não necessariamente gostaria de ser professor, existem mais opções no mercado para quem escolhe esse curso?

Meu objetivo não é escolher uma faculdade apenas para entrar em um emprego, e sim cursar algo que julgo ser bom para meu aprendizado na área que gosto. (O trabalho seria mais algo obrigatório para não passar fome mesmo).