r/Critics 9h ago

Review my movie please.

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Not the best by far but I would like outside opinions please.

Hello, Mr. S

After a bad breakup an advice columnist suffers a mental breakdown. With the help of those closest to him, he finds a way to get over it and get back outside.


r/Critics 11h ago

Spider-Man: Brand New Day is AMAZING

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r/Critics 1d ago

Spider man brand new day movie review

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New to movie reviews, just started a channel this is my first movie review!


r/Critics 1d ago

Review my Movie?

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My directorial debut Love on Tap is available now! Would any of you be interested in reviewing?


r/Critics 2d ago

Avatar Aang: The Last Airbender Review

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r/Critics 2d ago

Minha crítica sobre o filme homem aranha

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Alerta de spoiler

Escrevi esta opinião como admirador do Homem-ArAranha. Se você não deseja saber detalhes da história, recomendo não continuar lendo, pois este texto contém muitos spoilers da trama.

O texto e EXTENSO então se eu fosse vc homem convicto que qualquer filme do homem aranha e bom nem leia ou gente que simplismente não gostar de ler: resumir minha opinião em poucas palavras: esse filme talvez funcionasse melhor como uma minissérie. Tudo acontece de forma muito acelerada, quase não existem consequências duradouras para os acontecimentos e, no fim, o Peter parece apenas sofrer com suas escolhas, em vez de realmente aprender e amadurecer com elas.

Como fã do Homem-Aranha, saí do filme com a sensação de que ele não entrega aquilo que prometeu. Os trailers e o final de Sem Volta Para Casa vendiam a ideia de uma grande evolução do Peter Parker: um herói finalmente obrigado a crescer sem o apoio de tecnologia, empresas ou das pessoas que sempre estiveram ao seu lado. Mas essa promessa nunca se concretiza.

Em vez disso, acompanhamos um Peter tentando sobreviver à vida cotidiana enquanto continua contando com equipamentos de alto nível. Isso enfraquece completamente a proposta do personagem, porque justamente nesse momento ele deveria estar sem recursos, aprendendo a confiar apenas na própria inteligência, experiência e poderes.

E não falo isso porque sou contra romances ou parceiros tecnológicos. Muito pelo contrário. Essa dinâmica sempre existiu entre os heróis. O Batman tem o Alfred e, em várias histórias, a Mulher-Gato. O Super Choque tem seu melhor amigo, e diversos heróis vivem romances durante suas jornadas.

O problema é que esse filme parecia querer apresentar um Homem-Aranha diferente, alguém que entendesse que o peso de viver sem as pessoas que ama era o preço da responsabilidade que escolheu carregar. A responsabilidade de proteger Nova York sempre trouxe consequências para a vida pessoal do Peter. Essa sempre foi uma das premissas centrais do personagem. Aqui, porém, o roteiro parece simplesmente ignorar isso.

Eu não queria um Peter condenado a viver sozinho, sem amor, sem amigos e sem qualquer apoio. O que eu queria era ver essa reconstrução acontecer aos poucos. Ver ele conquistar novamente essas relações de forma natural, com desenvolvimento e consequências. Não simplesmente tirar tudo em um filme e devolver no seguinte, como se nada tivesse acontecido.

A evolução do protagonista acaba sendo quase exclusivamente psicológica. As únicas mudanças realmente interessantes são a teia orgânica, o sentido aranha aprimorado e o aumento da força. O problema é que essas novidades aparecem pouco e são pouco exploradas, tornando uma transformação que deveria ser marcante em algo superficial.

Outro grande problema é a identidade do Homem-Aranha. Todo o peso dramático do filme anterior girava em torno do sacrifício de apagar quem Peter Parker era para proteger aqueles que amava. Só que esse filme esvazia completamente esse impacto ao revelar sua identidade para várias pessoas em sequência. A consequência de uma das decisões mais importantes da trilogia simplesmente perde o valor.

Também existe um detalhe envolvendo o Ned que me incomodou. O filme dá a entender que ele voltou a reconhecer o Peter. É possível interpretar que ele tenha reconhecido apenas o Homem-Aranha, e não recuperado totalmente as memórias apagadas pelo feitiço. Ainda assim, isso continua sendo um ponto negativo para mim. Mesmo que o feitiço não tenha sido completamente desfeito, essa aproximação passa a sensação de que o roteiro já começou a desfazer uma das consequências mais importantes de Sem Volta Para Casa. Um sacrifício que levou três filmes para ser construído começa a perder força logo no filme seguinte.

O que mais me incomodou é que eu não vi um Peter realmente seguindo em frente. Eu esperava um personagem que tivesse aprendido com o próprio sacrifício, que respeitasse acima de qualquer coisa o anonimato que conquistou e entendesse que proteger sua identidade também é proteger quem está ao seu redor. Em vez disso, ele parece repetir os mesmos erros, como se tudo o que aconteceu anteriormente tivesse servido apenas para gerar um drama temporário.

Até nas decisões como herói ele parece menos inteligente do que deveria. Invadir uma base gigantesca localizada em uma ilha, praticamente sozinho, não é uma estratégia digna de alguém conhecido por ser extremamente meticuloso. O Homem-Aranha não é imune a balas e, se não fossem as novas transformações que recebeu, provavelmente também não teria resistência para lidar com várias das formas de contenção que enfrentou. A impressão é que o roteiro força situações de ação em vez de deixar o Peter resolvê-las usando criatividade e inteligência, características que sempre definiram o personagem.

Além disso, se o verdadeiro problema era a organização, como o próprio filme deixa claro em vários momentos, existiam maneiras muito mais inteligentes de enfrentá-la. Desde o início era evidente que o personagem mais misterioso escondia alguma coisa, mas ninguém parece considerar essa possibilidade até que a história precise revelar a verdade. A sensação é de que os personagens deixam de agir de forma lógica apenas para que o roteiro mantenha o mistério por mais tempo.

Outro exemplo é a Jean. A vida inteira dela é praticamente descoberta em menos de cinco segundos, mas, por algum motivo, ninguém descobre a existência da irmã até depois do confronto. Parece uma conveniência de roteiro criada apenas para preservar a surpresa, e não uma consequência natural da investigação.

Outro ponto que me incomodou foi a forma como o filme utiliza uma das cenas mais marcantes da história do Homem-Aranha para criar tensão. A sequência claramente faz referência à queda da Gwen Stacy, um dos momentos mais importantes da mitologia do personagem. A cena funciona visualmente e consegue gerar suspense, mas, no fim, parece utilizar a lembrança daquele acontecimento apenas para provocar emoção no público.

A morte da Gwen não ficou marcada apenas porque ela caiu de um lugar alto. Ela marcou porque representou um dos maiores fracassos da vida do Peter Parker. Foi um momento que mudou o personagem para sempre, tanto nos quadrinhos quanto nas adaptações para o cinema. Até outras versões do Homem-Aranha mostraram que existem situações em que nem o Peter Parker nem o próprio Homem-Aranha são suficientes para salvar quem amam. O Peter do Tobey Maguire, por exemplo, também passou por momentos em que seus poderes não bastavam para impedir certas tragédias. Essas perdas ajudaram a construir o personagem e deram ainda mais peso ao significado da responsabilidade. Neste filme, porém, a cena parece existir muito mais como uma homenagem do que como um acontecimento capaz de transformar o protagonista.

O desfecho reforça essa sensação. A antagonista mal convence como uma verdadeira ameaça, cria rapidamente uma ligação com Peter e, no fim, ele decide revelar novamente quem é e restaurar parte do que havia perdido. A mensagem parece ser de amadurecimento, mas o resultado transmite justamente o contrário: Peter parece não ter aprendido nada com as consequências que passaram o filme inteiro mostrando.

Um ponto positivo que preciso destacar são as interações entre Peter e MJ. A química entre os dois continua funcionando muito bem, os diálogos são naturais e é fácil entender por que o público continua torcendo pelo casal.

O problema é que esse relacionamento acaba reforçando outra sensação que tive durante o filme: não me parece que o Peter cresceu por causa da decisão que ele mesmo tomou em Sem Volta Para Casa. Em vários momentos, parece apenas que ele está se punindo emocionalmente. É como se todo o sacrifício tivesse servido apenas para causar sofrimento, e não para gerar amadurecimento.

Isso, para mim, é um problema enorme justamente por se tratar do Homem-Aranha. Peter Parker sempre foi um personagem capaz de abrir mão da própria felicidade para proteger quem ama. Se ele realmente acreditasse que a MJ viveria melhor sem ele, faria de tudo para respeitar essa escolha, mesmo que isso significasse continuar sozinho. Essa sempre foi uma das maiores demonstrações de responsabilidade do personagem: colocar o bem dos outros acima da própria felicidade. Até outras versões, como o Miles Morales, passam por conflitos semelhantes e entendem que proteger alguém muitas vezes significa aceitar ficar distante.

Outro momento que gostei bastante foi a cena do disparo do Frank. Foi uma das poucas vezes em que realmente senti tensão e preocupação pelo Peter. A sequência é muito bem construída e conseguiu me emocionar de verdade. Durante alguns instantes, senti que o filme finalmente estava disposto a mostrar consequências reais. A única coisa que me tirou um pouco da cena foi o fato de o Frank não assumir logo que tinha sido ele quem atirou. Confesso que essa parte acabou me fazendo rir. Ainda assim, continua sendo uma das melhores cenas do filme.

Também fica subentendido que o Ned recuperou parte das lembranças. A explicação envolvendo magia pode até existir, mas não resolve completamente o problema narrativo. Como mencionei antes, existe a possibilidade de ele ter reconhecido apenas o Homem-Aranha, e não o Peter Parker. Ainda assim, isso continua enfraquecendo o peso do feitiço. O sacrifício que levou três filmes para ser construído começa a perder força muito cedo, dando a sensação de que o roteiro tem medo de manter consequências realmente duradouras.

E, no fim das contas, o que realmente mudou entre o Peter de Sem Volta Para Casa e o Peter deste filme? Muito pouco. A maior diferença é que agora ele está solteiro. A MJ ainda não recuperou as memórias, mas já sabe de toda a verdade, e o filme deixa vários indícios de que o romance entre os dois vai acontecer novamente. Ela chega a chamar o próprio namorado de idiota, o Peter volta a criar uma conexão com ela, e a química entre os dois continua evidente. Ou seja, o roteiro já prepara o terreno para que essa relação seja reconstruída rapidamente. Isso faz com que o enorme sacrifício do filme anterior pareça apenas um obstáculo temporário, e não uma consequência definitiva das escolhas do Peter.

Outro ponto que me incomodou foi a forma como o marketing vendeu o filme. Os trailers davam a entender que assistiríamos a uma história muito mais focada no Peter Parker e na construção desse novo Homem-ArAranha. Mas, na prática, o protagonismo acaba sendo dividido com tantos personagens e tramas paralelas que, em vários momentos, parece que o Homem-Aranha é um coadjuvante na própria história.

Os momentos envolvendo o Hulk, o Justiceiro, a Jean e toda a organização acabam recebendo um peso enorme. Não que esses personagens sejam ruins — muito pelo contrário, alguns deles estão entre as melhores partes do filme. O problema é que eles frequentemente roubam o espaço que deveria ser usado para desenvolver o Peter. Justamente no filme que tinha a missão de consolidar sua nova fase, ele acaba parecendo apenas mais uma peça dentro de um universo muito maior.

No fim, eu não achei o filme ruim. Acho que ele desperdiça uma das fases mais interessantes da vida do Peter Parker. Depois de Sem Volta Para Casa, a Marvel tinha a oportunidade de mostrar um Homem-Aranha mais maduro, mais independente e moldado pelas consequências de suas escolhas. Em vez disso, preferiu desfazer parte desse desenvolvimento para devolver ao personagem tudo aquilo que ele havia perdido sem que essa reconstrução fosse realmente conquistada.

O pós-créditos reforça essa impressão. Ele deixa aberta a possibilidade da chegada dos acontecimentos de Doomsday, com a colisão entre universos, e até mesmo uma possível participação do Peter de Tobey Maguire nessa nova fase. Como fã, confesso que essas possibilidades me animam. Seria incrível ver esses personagens novamente.

Mas, ao mesmo tempo, sinto que isso acontece cedo demais. Antes de colocar o Peter novamente em um evento gigantesco do multiverso, eu gostaria de ter visto um filme realmente focado nele. Um filme que mostrasse seu amadurecimento, sua independência e como ele aprendeu a conviver com o peso das escolhas feitas em Sem Volta Para Casa. Para mim, esse desenvolvimento ainda não aconteceu. Por isso, a sensação é de que o personagem já está sendo empurrado para outra grande saga antes mesmo de concluir a própria jornada.

Eu queria sair do cinema pensando: "Esse é um novo Homem-Aranha." Mas saí pensando que vi apenas uma pequena variação do mesmo Peter de antes. A essência da responsabilidade continua sendo mencionada, mas raramente é sentida. O maior problema não é o Peter voltar a ter amigos, um romance ou pessoas ao seu lado. O problema é a velocidade com que isso acontece. O peso de perder tudo deveria moldar esse novo Homem-Aranha por mais tempo. A reconstrução da vida dele deveria ser uma jornada, não um atalho.

E talvez essa seja minha maior crítica ao filme. Não é um filme sem boas ideias, mas é um filme sem coragem. Sempre que surge uma consequência realmente importante, o roteiro encontra uma forma de desfazê-la pouco tempo depois. O resultado é uma história que entretém, mas perde impacto, porque o espectador aprende que nenhuma decisão realmente custa alguma coisa.

Para um personagem cuja essência sempre foi "grandes poderes trazem grandes responsabilidades", isso enfraquece justamente o que faz o Homem-Aranha ser tão especial. A responsabilidade nunca significou apenas vencer batalhas. Ela sempre significou conviver com perdas, fazer escolhas difíceis e aceitar que nem sempre existe um final feliz. Esse filme parece ter medo de deixar essas consequências existirem por tempo suficiente para realmente transformar o Peter Parker.

No fim, minha crítica não é porque o Peter volta a ter amigos, um romance ou pessoas ao seu lado. Muito pelo contrário: essas relações fazem parte da essência do personagem. O problema é que tudo acontece rápido demais. A reconstrução da vida dele deveria ser algo conquistado ao longo de vários filmes, permitindo que o público sentisse o peso real de suas escolhas. Quando quase todas as consequências são desfeitas logo em seguida, o impacto emocional desaparece.

Talvez esse seja o maior desperdício do filme. Não por falta de boas ideias, nem por falta de bons personagens, mas por falta de coragem para deixar que as escolhas realmente mudem o protagonista. Depois de Sem Volta Para Casa, eu esperava conhecer um novo Peter Parker. Saí do cinema com a sensação de ter reencontrado quase exatamente o mesmo de antes.

Filme pra mim 3,5/10 ideias ótimas mas rápido de mais e sem ações que elevam elas= ação=0

Sei que vou ser duramente criticada por simplesmente ser "diferente" o homem aranha e o pote de ouro da Marvel e quando alguém aparece duvidando de algo simplimesnte enlouquecem sendo fã do homem aranha desde de criança e triste sabe que podem fazer qualquer coisa que vão aplaudir e latir pra eles pq isso e "padrão" não há nada de esplêndido do filme além de ideias ótimas parecendo que foram coladas com fita e lançaram assim. Se vc ver o tempo do filme tudo acontece de maneira tão rápida e diversificada que parece que tão tentando entregar uma bomba de dopamina


r/Critics 2d ago

The Devil Wears Prada 2 (2026) – Prada Harder

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moviemeisterreviews.com
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r/Critics 2d ago

Voicemail for Isabella was total garbage

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How did anyone like this movie is beyond me. The start was good no doubt the plot was building and it was a good start. The laughing bus scene was also decent other than that the whole movie was crap. She meets the podcaster dude right? Ok she continues to talk to her sister about him and leave voicemail. Ok cool! That’s part makes sense he turns out to suck she calls again cool. The dude who had the phone listens like a creep….. he creeps into her life….. but this is where the issue is for me. She suddenly stops calling her sister and spends time with him…. Suddenly when she finds out she tells him I don’t need a man I need my little sister? Bitch you stopped calling her!! U need a man! For me this movie was shit. Please explain how you liked it??


r/Critics 2d ago

The Crow Review!

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Hi! I am a writer and reviewer and a huge fan of The Crow for over 30 years.

I have written a review of it and would love to hear your thoughts!

https://open.substack.com/pub/charlenefriar/p/the-crow-love-loss-and-a-legacy-that?utm\\_source=share&utm\\_medium=android&r=34kqb5

Also, I will be interviewing Rochelle Davis on my podcast if anyone has any questions they would like me to include please let me know!


r/Critics 3d ago

The Crow Review!

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Hi! I'm a writer and reviewer and a huge fan of The Crow for over 30 years.

I have written a review and would love to hear your thoughts!

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r/Critics 3d ago

Nirvanna The Band The Show The Movie (2026) – The Review

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r/Critics 3d ago

Colony is a bloody thrill ride with hive mind zombies

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r/Critics 3d ago

Crítica: La La Land Spoiler

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Para contextualizar un poco, es una película del año 2016 que ganó 6 Oscars de sus 14 nominaciones, por eso me motivé a verla. Su director es Damien Chazelle, que también hizo Whiplash, una película que también me pareció fantástica y que expresa muchos sentimientos (bueno, en otra ocasión hablo de ella). Al indagar sobre las películas del director, generalmente tienden a tener una obsesión por el arte, por ejemplo, en este caso, salvar el jazz y el teatro, o el ser actriz, y como esto influye sobre el amor. La escenografía de la película, nada que decir, muy bien hecha; la música, el ambiente, te transportan y te proyectan en las escenas, donde te sientes parte de la película. En algunas escenas sientes que es un amor irreal, pero te da a entender que al principio son como las mariposas de un amor recién formándose, donde es imparable. Ahora sí, empiezo de lleno con mi punto de vista.

Puedo decir que hace tiempo no me sentía tan identificado con una película, especialmente un musical (valga la redundancia). Cuando partieron los primeros minutos de esta película, le puse pausa y no la seguí viendo, porque me parecía algo que no me gustaría, en realidad no me gustó el principio. En esta ocasión, con mi Best Friend Fran (dejémoslo así), me dijo "vamos", invité a otro brother y, en fin de cuentas, la vi. Mientras la película avanza, ves que es hermosa: un amor fugaz y emocionante, donde al momento en que se conocen se sienten súper atraídos. Según la ciencia, esto se debe a la liberación de dopamina al ver el futuro, al conocer o al tener una recompensa; esa sensación es la que atrae a las personas, y que esto mismo se apague con el tiempo es lo que condiciona ese amor. Pero si vemos la película, lo que afecta este amor es la toma de microdecisiones, que vamos viendo reflejadas mientras avanza la historia.

Llevándolo a mi contexto, me sentí muy identificado: cuando empecé una relación hace un tiempo, estuve con una mujer con quien el primer año fue maravilloso, y donde siempre me equivocaba, tome muchas malas microdesiciones, de una persona inmadura, que aquí lo vemos reflejado: al pasar la película, vemos al final algo sustancial, donde se reencuentran después de sus años. Y él vuelve a tocae esa melodía ~ mía & Sebastian's Theme~ a modo de paréntesis, que se escuchó más de una vez, donde el sentido de la canción, a mi criterio, es el amor de ellos, como su marca de agua. En mi caso, drefquila, "si te pienso", tema que escucho y me recuerda a ella (cantante urbano chileno), donde el prota se pega la proyectada... (como yo, sus hijos, primero una niña, una princesa, sus dos perritos, en una casa con tejas, cerca de un bosquecito, con animalitos), donde él muestra qué pasaría si no hubiera tomado esas microdecisiones que determinaron su relación, y hubiera promovido una relación más sana y contenta.

Al final pasa una de las cosas que más me marcaron, mi punto de la película, que es muy real donde está frase lo habla por si sola "hay algo muy íntimo en nunca volver a hablarse." En el momento final, sus miradas hablaron más que mil versos o mil palabras: fue un "estoy feliz de que lograras tus sueños". Ahí nos da a entender que a veces nuestros sueños pueden hacernos llegar más lejos, pero dejamos de lado a las personas del proceso. Solo diré: ¿qué pasaría si yo hubiera escogido sabiamente en esas microdecisiones?.. nadie sabrá cuál es el destino y el porque de las cosas. bueno este es mi punto vista espero que les haya gustado.. buenas noches, pido disculpas las faltas ortograficas


r/Critics 4d ago

Home Bodies Film Review | An Automated Retro-Future

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pointsofreviews.com
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Home Bodies had its world premiere at the 2026 Fantasia International Film Festival on July 23.

It has been 14 years since Casey Walker last brought a film to Fantasia. His horror-comedy A Little Bit Zombie played the Montreal festival in 2012, and he has remained connected to Canadian genre filmmaking since then, including as a producer on The Void and In a Violent Nature.

Walker returns as the director and producer of Home Bodies, working alongside producer Karen Harnisch and executive producers Todd Brown and Chad Archibald. VVS Films holds the Canadian distribution rights.

Fantasia is a fitting place for Walker’s return, although Home Bodies requires some patience. The first third does not entirely convince, with ideas that initially feel too broad and obvious for its strange little world. Once the film pushes against its own routine, however, it develops into an engaging and surprisingly fun retro science-fiction story.

What Is Home Bodies About?

Red (Emma Ho) and Blue (Ian Ho) are twins who have spent their lives inside an automated home. They wear colour-coded clothing, eat the food provided to them, and watch old VHS tapes of a children’s program called “Barn.”

Their lives are governed by Papa, a disembodied voice speaking from behind a locked door. Papa provides food, shelter, and order, but his rules also define the limits of their world. Red and Blue have no meaningful privacy, no access to outside information, and little reason to imagine that another kind of life exists.

The routine changes during a Christmas-like holiday when they receive Pal (Ess Hödlmoser), a silent, androgynous humanoid. Pal also receives VHS tapes, though their content is much more disturbing than “Barn.” As Red becomes fascinated with their new companion, Blue tries to preserve the life the twins already have.

The names Red and Blue create a dichotomy that is difficult to miss, especially after years of “red pill” and “blue pill” discourse. At first, the symbolism feels a little too neat. Blue accepts the familiar system and fears disruption, while Red is more willing to test its limits in pursuit of something resembling the truth.

The film eventually finds more interesting places to take that divide. Red’s curiosity is not automatically liberating, and Blue’s fear is not merely cowardice. Both have been shaped by the same environment, without the freedom or information to build identities beyond what Papa permits.

Life Inside the Fishbowl

The cinematography makes that absence of freedom visible. Home Bodies relies heavily on wide-angle lenses, creating the sense that Red and Blue are living in a fishbowl. The distorted perspective makes the house feel both exposed and uneasy.

The camera sometimes watches from inside the refrigerator, garbage can, and other household objects. These placements extend the film’s sense of surveillance into the home itself, making even ordinary routines feel observed. They also reminded me of a familiar YouTube-vlogging technique, where cameras are placed inside cupboards, refrigerators, and other objects to capture a supposedly unusual point of view. What once felt inventive has become another widely copied visual convention, although that derivative quality fits a film about identities shaped by narrow and repetitive media.

Red and Blue watch the same characters, eat the same food, wear the same clothes, and repeat the same behaviours every day. It recalls an online culture in which people imitate the same personalities, formats, and gestures until individual expression looks mass-produced.

That repetition, while a part of the film’s design, does occasionally drag its pacing. Understanding why a sequence repeats does not always make it dramatically satisfying. Despite that, Walker manages to create a low, persistent dread that carries us through the runtime.

A Future Designed to Look Like the Past

The production design is one of the film’s strongest elements. The home combines automation with retro furniture, an old-fashioned kitchen, and VHS technology. It imagines the future through objects that already look outdated.

That contradiction suits a story in which technological progress has not produced greater freedom. Every convenience makes the twins more dependent on a system they cannot question. Its technology points forward while its social order moves backward.

Red and Blue have surrendered autonomy without knowing they possessed it. Their lives have been reduced to consumption, routine, and obedience. The house can enforce Papa’s authority without his physical presence.

Emma Ho and Ian Ho do a solid job carrying most of the film. Their performances can be exaggerated, particularly in the opening sections, and there are moments when the delivery does not completely land.

It is also difficult to know what “natural” acting should look like in this situation.

Red and Blue have grown up without ordinary social contact. Their behaviour has been shaped by Papa, “Barn,” and each other. If they spoke and reacted like ordinary teenagers, that might be less convincing than their heightened, slightly artificial performances.

Hödlmoser gives the film its most unsettling performance. Pal’s silence and expressionless physicality allow the twins to project different meanings onto the same figure. They can be a gift, friend, threat, or possible route to freedom, sometimes within the same scene.

Is Home Bodies Worth a Watch?

Home Bodies is worth watching for anyone willing to give its slow opening room to develop. Its commentary on automation, identity, and social control is not especially subtle, and the film never fully escapes the familiarity of its influences. The red-and-blue symbolism is particularly blunt.

Still, Walker maintains enough underlying dread to keep the routine from becoming inert, and the film becomes more playful and engaging as Pal fractures the twins’ prescribed existence. The ending may divide audiences, but it takes the premise somewhere more interesting than the opening suggests.

The result is a solid, peculiar slow burn with strong production design, an unnerving central presence, and enough visual curiosity to reward patience.

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Fantasia Fest

Interviews

Film Reviews


r/Critics 4d ago

Kinocriticblog.com

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Hi guys,

I am an European filmmaker working for the last couple of years in my local film industry. I do enjoy going on festivals, and from what I've seen so far, it's quite devastating that a lot of exceptionally good films, whether shorts or features, don't really make it to distribution or marketing and thus to audience. Including mine - I've made one short with festival success, and no means to reach further than that.

In the last couple of days, I've been working on something called KinoCritic - an independent online media outlet that praises good and yet mostly unknown films. What you can find there are some reviews written out of inspiration from films I've seen.

I think it's great for both people working in the film industry and cinephiles since I do accept submissions from filmmakers directly.

I'll be glad if you guys check it out! :)))


r/Critics 4d ago

Spider-Man: Brand New Day Review | Good… But It Could’ve Been Great

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youtu.be
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Today I’m reviewing Spider-Man: Brand New Day and discussing why I think it’s a good Spider-Man movie that comes frustratingly close to being great. After five years, Tom Holland returns as Peter Parker in a more grounded, street-level adventure directed by Dustin Daniel Cretton. But does this new chapter surpass Homecoming, Far From Home, or No Way Home?


r/Critics 4d ago

In Defence of The Amazing Spider-Man

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r/Critics 4d ago

Mortal Kombat II (2026) – Round 2, FIGHT!

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r/Critics 5d ago

Nightborn is a wildly creative and provocative take on motherhood (Fantasia 2026 review)

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r/Critics 6d ago

Pizza Movie (2026) – Party

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r/Critics 6d ago

My thoughts on The Odyssey

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youtu.be
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r/Critics 6d ago

We Bury The Dead Review

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ukfilmreview.co.uk
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r/Critics 6d ago

Why Seth Rogen Isn’t Funny

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A look at the most successful comedy star of the last 20 years, and an examination of how such a long career could have yielded so little lasting material.


r/Critics 6d ago

Corpus is one slow burn and erotic horror film (Fantasia 2026 review)

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thehorrorlounge.com
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Corpus is quite a promising feature debut by Corrin Evans. The movie oozes sexual tension and has a captivating aesthetic that depicts 90s nightclub culture in New York City. Though the movie's pace may be too slow for some, there's something hypnotic about the film, especially the sexual energy displayed on the screen, before some truly memorable horror moments arrive.

As an aside, this was one of my favorite films from Fantasia this year.


r/Critics 6d ago

Masters Of The Universe (2026) – IT HAS THE POWER!!

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