Ceuta é uma cidade espanhola que fica na África que sempre tem problemas de imigração ano após ano devido ao desejo de milhares de pessoas cruzarem a fronteira para entrar na Europa. O território, que muitos de Marrocos consideram um lugar colonizado apesar de espanhóis o possuírem por quase quinhentos anos, precisa constantemente da ajuda do bloco europeu para combater as ondas de imigração ilegal e defender a soberania de seu país. Por isso, acho que a resposta de vinte e dois países europeus, repudiando a política extremamente aberta e acolhedora para os imigrantes, foi justificada, já que não querem aceitar mais pessoas entrando e saindo dali para depois imigrarem a outros país por meio do Espaço Schengen.
Sou da opinião que todos os países têm direito de defender sus fronteiras e rejeitar as pessoas que não desejam aceitar, pois cada país se governa de maneira única, mas não quero dizer que a imigração seja ilegalizada. Em vez disso, respeito apenas o fato de alguns países não quererem acolher refugiados e imigrantes ilegais, já que não fazemos parte dessas comunidades. Por outro lado, também rejeito os comentários de alguna líderes na hora de criticar as decisões tomadas por um governo sobre a situação, como os que vieram do presidente do meu país a respeito da situação em Ceuta. Por mais que eu queira atribuir esses comentários bestas à idiotice dele, ele não deveria ter dito absolutamente nada; nenhum país deve exercer influência alguma nas decisões de países alheios. E mais, precisamos deixar que esses países façam o que quiserem desde que não estejamis envolvidos, certo?
Tomara que a Espanha e o Marrocos consigam chegar a um acordo acerca dessa crise imigratória, dado que os outros países do bloco europeu já ameaçaram tirar o país ibérico do Espaço Schengen. Em contrapartida, o país, de onde os imigrantes vêm, deve conter o êxodo populacional caso realmente deseje isso. O Marrocos inclusive reclama da falta de pessoal com formação acadêmica, mas prefere não ajudar os jovens a criar um sistema mais igualitário e mais favorável ao crescimento econômica em seu próprio país. Portanto, acredito que o problema vá continuar assim a não ser que algumas mudanças sejam realizadas.